Não crio expectativas.
Há tempos desisti de criá-las. Não significa que tenho desistido das pessoas, ou de pessoas. Estou preferindo que elas me surpreendam.
Aprendi a enxergar na simplicidade a beleza do outro.
Aprendi a valorizar detalhes antes ignorados.
Não, ela não tem obrigação nenhuma de me surpreender, a cada dia, a cada segundo. Apenas viciei nesta garota com sapiência aflorada. Que instiga não apenas meu corpo, mas minha mente. Que provoca com as nuances do olhar e das entrelinhas. Que me tira do sério; (então que me tire pra dançar).
Que não tenha medo de assumir à próprias fraquezas e menos ainda de marcar uma viagem com 2 anos de antecedência com este louco.
Que seca a boca, que deixa a voz trêmula, que revira meu sangue e segundos com a mesma facilidade que me arranca risos bobos ou a curiosidade de ver logo cedo as primeiras mensagens.
T.F.
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